Estado de emergência | COVID-19

Estamos a atravessar uma pandemia mundial. Portugal está agora perante uma realidade nunca antes vivida e sujeito a regras excecionais.
Na generalidade, os portugueses pararam. Contudo, até à data, sete pessoas foram detidas por desobediência do estado de emergência, uma destas pessoas não cumpriu o dever de confinamento.
O estado de emergência está previsto na Constituição, desde 1976, mas nunca foi usado em democracia. Este instrumento suspende direitos fundamentais e é usado em casos de calamidade pública.
É importante ter consciência que devemos adotar cuidados para evitar ficar contagiados e contaminar outras pessoas.
O isolamento social tem que ser respeitado.
As pessoas, por vezes, acreditam que nada as atinge, mas este vírus é um inimigo invisível, com uma capacidade de transmissão célere, mesmo quando o portador não apresenta sintomas e que pode afetar qualquer um.
Todos nós, no nosso ciclo social, conhecemos alguém que pode não resistir a este vírus: um avô ou uma avó com idade avançada, um tio ou uma tia com uma doença crónica, um amigo fisicamente debilitado… Temos que pensar nas pessoas que são grupo de risco, que nos são próximas. É imprescindível cumprirmos as regras e diretrizes estabelecidas e divulgadas pelas autoridades de saúde e agora definidas pelo estado de emergência.
Manter a distância social, ficar em casa, vigiar os sintomas da doença e seguir as instruções dadas por telefone, caso se manifestem é a forma de evitar esta pandemia.
Vamo-nos manter em casa, temos um longo caminho a percorrer e cada um de nós deve fazer a sua parte. A colaboração de todos é fundamental para superarmos tempos excecionais, que afetam toda a humanidade e a vida de todos.
#FiquemEmCasa Vamos todos ficar bem!
 

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